Ligação de Esgoto

Para o sistema de esgoto funcionar corretamente, é necessario que as instalações internas estajam instaladas corretamente.

 

Abaixo dicas da forma correta da instalação do esgoto.

 

Diagnóstico do Esgoto Sanitário em Jaraguá do Sul

 

O tratamento de esgoto em Jaraguá do Sul iniciou no final da década de 90. Seguindo com fortes investimentos do gestores que seguiram administrando o município e o Samae. Após de anos de trabalho, em 2012 Jaraguá do Sul já contava com 50% da cidade com esgoto tratado (coleta, afastamento e tratamento), hoje esse índice é de 82%. Para atender essa população são quatro Estações de Tratamento de Esgoto em operação. A ETE São Luis, que foi concluída em 28 de março de 2016 conta com  84.800m de extensão de rede. Para a ETE São Luis foram financiados, em 2007, R$ 22 milhões pela Caixa e o Samae ainda aplicou mais R$ 9 milhões de recursos próprios. Com a conclusão das redes e desta estação a cidade irá atingir aproximadamente 80% de esgoto tratado, sendo referencia no Brasil – um índice invejável para cidades do porte de Jaraguá do Sul. Exemplos são cidades vizinhas a nossa, como Joinville que tem 22,54% e Blumenau 30%, além de Corupá, Schroeder, Pomerode, Massaranduba e Guaramirim que possuem 0%.

Levantamentos realizados pelo Instituto Trata Brasil, com base no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS 2012), indicam que o Brasil está longe de alcançar as metas de universalização do saneamento básico. O pior indicativo está no tratamento de esgoto. Das 100 maiores cidades brasileiras analisadas, 61 delas fizeram entre zero e 20% das ligações necessárias.

 

ETE Água Verde:

Em operação desde 2000.

Capacidade de Tratamento: 70 litros/seg

Atendimento: até 38.800 habitantes dos bairros Três Rios do Sul, Rau, Amizade, Água Verde, Chico de Paulo e Estrada Nova.

Passou por obras de ampliação e adequação em março de 2015. Investimento de R$ 1,6 milhões.

 

ETE Ilha da Figueira:

Em operação desde 2002.

Capacidade de Tratamento: 140 litros/seg

Atendimento: até 77.700 habitantes dos bairros Czerniewicz, Centro, Baependi, Vila Lalau, Vila Nova, Boa Vista, Águas Claras e Ilha da Figueira.

 

ETE Nereu Ramos:

Em operação desde 2003.

Capacidade de tratamento: 140 litros/seg

Atendimento: até 10.000 habitantes dos bairros Nereu Ramos, Ribeirão Cavalo, Tifa Monos, Santo Antônio, Braço do Ribeirão Cavalo.

 

ETE São Luís:

Em Operação desde 2016

Capacidade:218 litros/seg

Atendimento 77.000 habitantesdos bairros Vila Lenzi, Nova Brasília, Jaraguá Esquerdo, São Luís, Tifa Martins, Barra do Rio Molha, Barra do Rio Cerro e Jaraguá 99.

 

Para conceber a Estação, foi pensado em eficiência, economia e flexibilidade operacional. A união das tecnologias anaeróbias, que são mais baratas por demandar menos equipamentos e baixo consumo energético, e a aeróbia, que são mais eficazes e não geram odor, resultam em eficiência e economia. A estação é do tipo batelada e apresenta dois reatores anaeróbios e três aeróbios do tipo SBR, permitindo paralisações para manutenções futuras, mantendo a mesma eficiência de tratamento, dando flexibilidade operacional.

 

Foram empregados equipamentos modernos, como: peneira rotativa com limpeza automática na entrada, misturadores submersíveis em todos os reatores, sistema de aeração por membranas difusoras, sopradores com acionamento por inversores de frequência controlados por sensores de oxigênio tipo luminescência, sensores de sólidos, sensor de vazão eletromagnético e sensores de nível tipo ultrassônicos e piezorresistivos. O desaguamento do lodo é realizado em equipamento mecanizado tipo prensa parafuso, preparador automático de polímero, bomba dosadora helicoidal e sensores de vazão e pressão para controle do processo. Foi implantando um sistema de coleta, afastamento e queima do biogás gerado nos reatores anaeróbios, minimizando a emissão de gases poluentes para a atmosfera. Além disso os sopradores, por serem equipamentos de grande porte, foram instalados em área abrigada, com tratamento termoacústico.

 

A estação é automatizada e todos os equipamentos são controlados por um sistema Supervisório, sendo as informações transmitidas por telemetria e registradas em banco de dados localizado no servidor central do Samae. As condições operacionais poderão ser visualizadas por técnicos do Samae, pela internet a qualquer distância, resultando em segurança e tomadas de ações rápidas.



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